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pernas da Raquel são grossas e levam a uma bundinha que vixe! que bunda! Daquelas que por mais que você tente agarrar com as mãos, mais espaços ficam para serem agarrados. Uma verdadeira delícia de bunda. Par perfeito para aqueles seios fartos, embora nada desproporcionais ao corpo, durinhos, macios e deliciosos, assim dizem meus lábios e língua. Falar de sua bucetinha isso é tarefa das mais fáceis e ao mesmo tempo difíceis, pois posso dizer que nunca saciei minha língua em chupadas tão gostosas numa buceta quanto a da minha mulher. Mas mesmo assim torna-se difícil entenderem o quanto é realmente gostosa. Só mesmo provando!
ito.
ual em sua frente e só depois percebeu que aquela mulher estava acompanhada. Não liguei para aquilo, pois havia decidido participar da fantasia. Além de notar que a Raquel ficava ainda mais excitada com o olhar dos caras para sua bundinha empinada e seus peitinhos com os biquinhos duros por baixo da blusa, desejando-a.
va quase amanhecendo o dia quando a esposa do motorista liga preocupada por sua demora e que o aguardava logo. Aquele homem desconhecido mas que como disse nunca ter participado de algo tão louco mas de muito prazer, teve que ir embora, deixando-nos sem ter que pagar a corrida. Disse que o pagamento estava feito por ter comido uma vadia tão gostosa, safada e tesuda. Isso nos fez sentir excitação, pois silenciosamente, sem comentarmos, pensamos que mais real estava aquela fantasia.
ara a frente do palco e comecei a dançar um pouco, já estava mais solta e com vontade de dançar (o que também não fazia a muito tempo). As horas se passaram... e nesse momento, eu nem sei mais o que bebi (misturei todas), só sei que o dono do bar se espantava e ria toda vez quando me via bebendo... Assim, começamos a conversar e percebi então um desejo que até então não havia percebido...
ele na minha boca, pena que eu não consegui engolir ele todinho, era isso que eu estava tentando, mas não dava... Foi quando ele me segurou pelos cabelos tirou a camisinha e tocando uma punheta gozou nos meus seios... e eu senti a sua porra quentinha escorrendo pelos meus seios e pela minha carinha... Logo depois ele riu e viu a besteira que tinha feito, como eu ia embora... Já havia até clareado! E eu estava cheia de porra em mim e na roupa... tirei a roupa e me lavei com o que pude...
os nos encontrar, e fui tomar um bom banho, ja com mil pensamentos na cabeça....
ela deu uma recuada, e eu disse; "hoje qro gozar nessa bundinha" e ela respondeu; "pode comer o q voce quiser, pois sou toda sua, mas vai devagar..." ai abri aquela bundinha, passei a lingua naquele cuzinho e comecei a enfiar, quando enfiei a cabeça, ela deu um grito; "ai, ai, devagar por favor.." ai eu dei uma parada p ela se acostumar, e falei nos seus ouvidos; "hoje vou te comer sem do minha putinha..." e continuei enfiando, quando senti que ja estava quase inteiro, comecei o vai e vem, e logo estava acelerado, metendo forte e arrombando aquele maravilhoso cuzinho, e ela gemia, gritava, e eu nao queria saber se era de prazer ou de dor, so queria meter...
portantes no comportamento dela. Mais ou menos eu estabeleci uma rotina. Ela chegava de manhã e ia direto para o meu quarto chupar meu pau. Eu passei a ensiná-la algumas variações, ora eu gozava só dentro da boca, às vezes eu esporrava na cara, outras eu a fazia babar a porra e se esfregar no corpo, de vez em quando ela fazia uma espanhola. Muitas vezes ela dava mais de uma mamada durante o dia. Como o marido passava o dia longe, passei a exigir que ela andasse nua, só de calcinha. Ela era deliciosa e aquilo me deixava cheio de tesão. Quando eu voltava de uma cavalgada antes do almoço eu comia o cu dela. E antes dela ir para casa, eu comia o cu mais uma vez. Nos dois primeiros dias eu ainda vi ela chorando um pouco pela casa, ou quando ela estava com a vara atolada no rabo, mas depois isto foi passando.
rizou a publicar aqui no site.
ntinuei a orar como se nada estivesse acontecendo.
ra eu sair e colocar o pênis rápido na minha boca, me apoiei nas coxas dele e com ele me guiando com suas mãos em minha cintura comecei a subir e descer, percebi que ele estava adorando, vi nos olhos dele que ele estava enlouquecendo de prazer, ele largou minha cintura e apalpou meus dois seios, quase gozei outra vez e acelerei minhas subidas e descidas ai ele me mandou sair, obedeci e coloquei o pênis dele na boca, ele segurou o pênis com a mão e senti minha boca encher. Ele disse para eu engolir tudo para não sujarmos nossas roupas e eu obedeci.
trabalho pude perceber o balançar do seu pau. Comecei a olhar e ele notou a minha inteção. Pedí ajuda para pegar uns que estavam numa prateleira subí num banco e quando ele chegou por trás de mim eu deixei minha bunda encostar no seu peito. Fui descendo devagar até deixar a minha bunda encostar no seu pau que a está hora já estava ficando duro. De repente ele me segurou pela cintura e encostou o pau ainda mais na minha bunda, então virei e comecei a lamber seu peito, descendo pela barriga e chegando ao seu pau que já estava muito duro. Comecei a chupá-lo, seu pau tinha aproximadamente uns 21cm e tinha pelos enormes, ele não depilava. Comecei a sugálo sem para até que ele tirou toda a sua roupa e eu também a minha. Ficamos completamente nús. Depois que chupei bastante o seu pau ele me virou e começou a passar o seu cacete no meu cú. Ele lambusou de saliva e começou a penetrar o meu cuzinho ainda bem apertadinho, foi lentamente e de repente várias estocadas me enchiam de prazer.
Ele me fudeu muito, me colocou na posição de frango assado e começou a dar estocadas mais fortes, era um prazer enorme aquele movimento, até que foi aumentando e sentí que seu gozo já estava por vir, foi aí que numa estocada ainda maior ele encheu o meu cuzinho com sua porra quente e grossa, não conseguindo mais me segurar de tanto prazer acabei gozando também. Quando ele tirou seu pau do meu cú, senti seu liquido quente escorrendo pela minha bunda. Tomamos banho, entreguei seu material e ele foi embora. Nunca mais esquecí do Antônio.